A Parábola da Rede e dos Peixes, e Outras Parábolas
Jesus Cristo quando andou pela Terra, contou muitas parábolas sobre o Reino de Deus, parábolas que muitos não entenderam, e outros perceberam. Uma dessas parábolas é a da rede e dos peixes, e era acessível ao judeu comum, já que muitos viviam da pesca, e usavam redes para apanhar muitos peixes, maus e bons, separando-os na praia, e deitando fora os maus. Ora a parábola da rede e dos peixes, fala justamente sobre essa pesca, e o ato de separação dos bons peixes e dos maus peixes. Jesus falava muitas vezes de amor e acolhimento dos pobres e dos humildes, o que não quer dizer que ele rejeitasse os ricos, mas mesmo estes tinham que vir a ele com um espírito humilde e despojado, isto era o pão nosso de cada dia da doutrina de Jesus; mas às vezes ele falava de coisas difíceis e radicais, tais como justiça e juízo, e isso é o que trata a parábola que falamos, tal como a do trigo e do joio, uma imagem da agricultura, sendo o trigo os crentes fiéis, e o joio as ervas daninhas da igreja...para bom entendedor meia palavra basta, e o destino do joio é ser queimado no fogo do inferno, e o do trigo estar junto nos celeiros, ou na casa do Pai. Quanto à interpretação da rede e dos peixes, fala de um tempo em que a igreja atrai todo o tipos de peixes, ou crentes, sendo alguns sinceros e tementes a Deus, mas outros hipócritas, carreiristas e autênticos lobos com peles de ovelha; enquanto não vierem os fins dos tempos, e a igreja subsistir aqui, andarão juntos, confundindo-se uns com os outros,,,mas quando vierem os fins dos tempos, se notará a diferença entre uns e outros, e os fiéis irão para junto do Pais, e os outros que não forem fiéis, terão a sua justa recompensa. Eu sei que isto parece duro, e anda por aí uma teologia que diz que no fim, Deus aceitará toda a gente, desenganem-se, noutra parte da Bíblia diz que Deus não se deixa escarnecer, portanto aproveitem os bons tempos, a paciência de Deus, arrependam-se dos vossos pecados enquanto é tempo, a igreja não é um clube social, mas sim um aglomerado de pessoas que se pretendem tementes a Deus, com a sua vida.
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